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Sean Diddy enfrenta acusações que envolvem prostituição, drogas e óleo de bebê

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Não são poucos os detalhes bizarros contidos nas denúncias contra o rapper Sean Diddy, preso desde o último dia 16 de setembro. Revelada na última terça-feira (17), uma acusação federal de 14 páginas o acusa de participar de diversos crimes, que incluem tráfico sexual, trabalho forçado, sequestro, incêndio criminoso, suborno e obstrução da justiça.

No entanto, o ponto central da apuração envolve o fato de que Sean teria usado seu poder para “intimidar, ameaçar e atrair” mulheres, sob o pretexto de um relacionamento romântico, para depois forçá-las a se envolver nas denominadas freak offs, que eram “performances sexuais elaboradas e produzidas que Combs organizava, dirigia e frequentemente gravava eletronicamente”.

De acordo com uma reportagem do jornal The New York Times, as freak offs “envolviam o uso abundante de drogas e sexo coagido, deixando os participantes tão exaustos e debilitados que precisavam de fluidos intravenosos para se recuperar”. A acusação diz que Combs usava os vídeos que gravava para impedir que qualquer participante o denunciasse.

 

As acusações refletem os detalhes revelados pela cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, em um processo apresentado contra o rapper no qual ela narrou que ele dirigia freak offs em hotéis de luxo. Nas performances, segundo Cassie, ele a mandava derramar “quantidades excessivas” de óleo sobre si mesma e a dizia onde tocar garotos de programa enquanto se masturbava.

Cassie, cujo nome verdadeira é Casandra Ventura, também declarou que recebia “ecstasy, cocaína, GHB, cetamina, maconha e álcool em quantidades excessivas” enquanto se envolvia em atos sexuais com garotos de programa sob a direção de Combs.

Em março deste ano, as casas de Diddy em Los Angeles e Miami foram alvo de buscas. Os promotores dizem que, na ocasião, agentes federais apreenderam suprimentos utilizados nos freak offs, que incluíam drogas e “mais de 1.000 frascos de óleo de bebê e lubrificante”.

Na denúncia contra o ex, Cassie diz que o conheceu em 2005, quando tinha 19 anos e ele 37, e afirma que o cantor controlava quase todos os aspectos de sua vida, desde sua carreira até seus registros médicos. Ela o acusa de ser frequentemente violento, abusando dela fisicamente “várias vezes por ano” e que ele frequentemente a enchia de “quantidades copiosas de drogas”.

 

A violência do artista contra a ex-namorada foi tornada pública em um vídeo divulgado em maio pela CNN, que mostrava o cantor agredindo Cassie brutalmente no elevador do agora fechado Hotel InterContinental em Los Angeles em 2016. Depois da divulgação da gravação, o artista chegou a pedir desculpas publicamente. Ventura e Diddy resolveram o processo em um acordo.

OUTRAS ACUSAÇÕES


Após o acordo feito pela ex-namorada de Sean Diddy, porém, outras acusações contra o cantor vieram à tona. Em uma delas, uma mulher chamada Liza Gardner diz ter sido coagido a fazer sexo com o rapper e que ele também agrediu uma amiga dela. O fato teria ocorrido por volta de 1990 a 1991.

Em outra denúncia, uma mulher chamada Joi Dickerson-Neal disse que, em 1991, foi “relutantemente” a um encontro com Sean, que a “drogou intencionalmente” e a agrediu sexualmente após o jantar. Ela diz que o artista gravou as agressões e mostrou a fita a outras pessoas.

As acusações contra o rapper, porém, não estão restritas a mulheres. Em fevereiro deste ano, o produtor Rodney Jones, que trabalhou com Diddy, disse ter sido vítima de “constantes apalpadelas e toques não solicitados e não autorizados em seu ânus” por Sean. Rodney ainda disse que, em uma ocasião, teria acordado nu e desorientado em uma cama com Diddy e duas garotas de programa.

 

O processo de Jones nomeia ainda vários outros réus, incluindo um filho de Combs, Justin; a chefe de gabinete de Combs, Kristina Khorram; o CEO da Universal Music Group, Sir Lucian Grainge; e o ex-CEO da Motown Records, Ethiopia Habtemariam. O advogado de Combs, Shawn Holley, negou as alegações de Jones.

Pleno.news



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