Home Nóticias A Política Externa Desastrosa de Biden e o Brasil: um presente de Biden para os inimigos dos EUA

A Política Externa Desastrosa de Biden e o Brasil: um presente de Biden para os inimigos dos EUA

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Desde a posse de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos em janeiro de 2021, sua política externa tem sido alvo de críticas, especialmente no contexto das relações com o Brasil. Biden assumiu com a promessa de restaurar alianças e liderar com confiança, mas sua abordagem em relação ao Brasil durante a eleição de 2022 e após a vitória de Lula tem levantado preocupações sobre os rumos geopolíticos do gigante sul-americano.

 O Apoio de Biden a Lula e as Implicações

Durante a campanha de 2022, houve especulações e evidências de que o governo Biden demonstrou um favoritismo por Lula, interpretado por alguns como uma tentativa de realinhar o Brasil com uma agenda mais alinhada aos interesses progressistas dos EUA. No entanto, essa estratégia pode ter subestimado a complexidade da política brasileira e a ideologia da esquerda local. Lula, embora visto como um líder progressista, tem laços e ideologias que o aproximam de figuras e governos que tradicionalmente são vistos como adversários dos EUA, como Vladimir Putin da Rússia.

 A Essência da Esquerda Brasileira e Geopolítica

A esquerda brasileira, com figuras históricas como José Dirceu, tem raízes em ideologias marxistas e comunistas, que não sempre coincidem com o progressismo ocidental que Biden busca promover. Este ponto é crucial para entender os possíveis erros na política externa de Biden: ao apoiar Lula, os EUA podem ter facilitado um alinhamento do Brasil com potências como China e Rússia, adversários estratégicos dos EUA. Os americanos devem ter esquecido que o embaixador americano sequestrado no Brasil foi trocado por José Dirceu, um evento histórico, que reflete uma dinâmica onde o Brasil, mesmo sob governo supostamente alinhado com os EUA, pode tomar decisões que desafiam diretamente os interesses americanos. Este episódio, se revisto sob uma lente crítica, poderia ter sido um sinal para Biden sobre o desafio de manter o Brasil firmemente na órbita estadunidense.

 A Desconexão com a Realidade Brasileira

Biden, ao apoiar Lula, pareceu não considerar que a esquerda brasileira, mesmo progressista em fachada, mantém uma base ideológica que pode ser incompatível com os valores de diversidade e inclusão que ele promove. A intolerância a certas minorias, como a comunidade LGBT, em movimentos de esquerda mais radicais como na Rússia e China, é um ponto de fricção que pode não ter sido avaliado por Biden e sua vice Kamala.

A questão das urnas eletrônicas e a suspeita de intervenção externa, supostamente com a ajuda da CIA e FBI, ainda é um campo minado. Se confirmada, essa intervenção nunca foi explicada publicamente pelo TSE, como se deu a operação para trazer os chips poucos dias antes das eleições de 2022, quem foi avisado sobre esse problema?

Com Lula no poder, há um claro movimento de aproximação com a Rússia e China, o que pode configurar o Brasil como um arquirrival potencial nos olhos dos EUA, especialmente se houver uma escalada de conflitos com essas nações. Biden, ao tentar reconquistar o Brasil para uma agenda globalista, pode ter perdido o controle sobre o que poderia ter sido um aliado estratégico na América Latina.

Fonte: Júnior Melo



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