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Fiocruz, órgão ligado ao Ministério da Saúde, publica e divulga revista com ataques a Israel

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O posicionamento anti-Israel propagado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e por seu governo desde o ataque realizado pelo grupo terrorista Hamas e a resposta israelense em outubro do ano passado não é nenhuma novidade para quem acompanha o noticiário político de perto. O mais recente ataque a Israel, porém, vem de uma centenária instituição brasileira: a Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Vinculada ao Ministério da Saúde, a Fiocruz publicou na edição mais recente de sua revista institucional, chamada Radis, textos que abordam o que a publicação chama de “genocídio na Palestina”. Nos artigos, a publicação adota uma linha que dá ao leitor a ideia de que Israel estaria promovendo intencionalmente um massacre da população palestina, principalmente de mulheres e crianças.

No editorial da revista, o editor-chefe da publicação, Rogério Lannes Rocha diz que, até o início de outubro, “estimava-se mais de 50 mil pessoas mortas, 96 mil feridas, a maioria mulheres e crianças, e mais de 2 milhões de pessoas desalojadas” e que “em seus perfis das redes sociais, os próprios soldados israelenses divulgam vídeos que comprovam os crimes de guerra e contra a humanidade”.

Já em uma das entrevistas da edição, o coordenador do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris) da Fiocruz, Paulo Buss, diz que “muitos analistas dizem que está se cometendo um genocídio em Gaza, porque há a intenção de matar grupos concentrados em instalações que não deveriam estar sendo bombardeadas, segundo as próprias regras da Convenção de Genebra sobre guerra”.

Outro nome que dá declarações ao veículo é Ualid Rabah, presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), entidade que frequentemente faz declarações antissemitas nas redes sociais. Em uma das reportagens da revista, Rabah diz que o “atual ataque a Gaza é uma propagação do que já ocorre naquele território pelo menos desde a implantação do Estado de Israel, em 1948”.

O que não se vê na revista, no entanto, é qualquer denúncia sobre as atrocidades cometidas pelo Hamas durante o conflito, e nem a exposição clara de que foi o grupo terrorista quem iniciou o conflito ao invadir Israel em outubro do ano passado, sequestrar centenas de israelenses e matar mais de 1.000 pessoas. Em resumo, a revista nada mais é do que um retrato da visão do governo Lula sobre o conflito.

Vale lembrar que a atual ministra da Saúde, Nísia Trindade, foi presidente da Fiocruz entre 2017 e 2023, quando saiu para assumir a chefia da pasta federal a convite de Lula.

Fonte: Pleno.News



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