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Primeira coisa, competência da corte (…) depois da competência tem o segundo episódio, que para mim nulifica de morte esse caso. É a questão da prevenção do ministro Alexandre de Moraes. (…) Terceiro ponto é a imparcialidade objetiva. Alguém duvida da inimizade do presidente Bolsonaro com o ministro Alexandre de Moraes?”, diz Paulo da Cunha Bueno, advogado de Bolsonaro, sobre o processo das investigações do inquérito de suposto golpe.
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Fonte: @globonews