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Argentina vê seu risco país cair para 600 pontos, o nível mais baixo em 7 anos

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O índice de risco país da Argentina caiu nesta segunda-feira, 6, abaixo da barreira simbolicamente importante de 600 pontos-base pela primeira vez desde 2018, de acordo com operadores.

O indicador bancário do JP Morgan oscila na casa das 578 unidades, patamar que não atinge desde agosto de 2018. A expectativa do mercado é que, com mais dólares para reservas, a Argentina possa voltar rapidamente a captar financiamento no exterior.

O índice, que mostra o spread de rendimento dos títulos em relação à dívida comparável dos Estados Unidos e é um reflexo de como os investidores veem a dívida do país, estava em seu nível mais baixo desde agosto de 2018 na manhã desta segunda-feira.

Desde que assumiu o governo da Argentina, o presidente Javier Milei tem dedicado esforços para tirar o país de uma das piores crises financeiras da história.

Mercado financeiro comemora queda do risco país da Argentina
No mercado financeiro, a avaliação foi positiva. A Cohen Soluções Financeiras afirmou que “2025 começou com um desempenho sólido dos ativos financeiros locais, com destaque para a demanda por instrumentos em moeda local, um avanço sustentado da dívida em dólares e um forte impulso nas ações”.

“A confirmação do acordo REPO por US$ 1 bilhão com cinco bancos privados fortaleceram as reservas e contribuíram para consolidar a curva de títulos, garantindo financiamento a taxas competitivas. Além disso, a arrecadação de impostos em dezembro apresentou bom resultado, especialmente nos impostos vinculados ao emprego, o que confirma que a atividade econômica recuperou da crise do início de 2024”, prosseguiu a Cohen, em sua conta no Twitter/X.

Ouvida pelo Clarín, a Max Capital lembrou que uma operação de recompra na semana passada tem relação com o resultado registrado nesta segunda-feira, 6.

“Com o risco país em torno de 600 pontos-base, o REPO indica que a administração Milei está perto de recuperar o acesso ao mercado. A emissão de dívida ao abrigo de legislação estrangeira requer aprovação do Congresso, mas é provável que o governo tente fazê-lo em algum momento no segundo semestre de 2025, antes dos pagamentos de janeiro de 2026, ou mesmo antes, dependendo do acordo com o FMI”, indicaram na Max Capital.

Fonte: Revista Oeste



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