Tallinn – Uma olhada em alguns dos divulgados na quinta-feira no maior troca de prisioneiros civis Leste-Oeste desde a Guerra Fria:
Lançado pela Rússia e Bielorrússia
EVAN GERSHKOVICH, um repórter do Wall Street Journalfoi detido na cidade russa de Yekaterinburg em março de 2023. Sem fornecer evidências, as autoridades o acusaram de “reunir informações secretas” a mando da CIA sobre uma fábrica de equipamentos militares — uma alegação que Gershkovich, seu empregador e o governo dos EUA negaram veementemente. Preso desde então, um tribunal condenou Gershkovich, 32, por espionagem em julho após um julgamento fechado e o sentenciou a 16 anos de prisão.
PAUL WHELAN, um executivo de segurança corporativa de Michigan, foi preso em 2018 em Moscou, onde estava participando do casamento de um amigo. Ele foi acusado de espionagem, condenado em 2020 e sentenciado a 16 anos de prisão. Whelan, 54, rejeitou as acusações como fabricadas.
ILYA YASHIN é um importante crítico do Kremlin que foi cumprindo uma pena de 8 anos e meio por criticar a guerra da Rússia na Ucrânia. Yashin, um ex-membro do conselho municipal de Moscou, foi um dos poucos ativistas de oposição conhecidos a permanecer na Rússia desde a guerra.
RICO KRIEGER, um trabalhador médico alemãofoi condenado em Belarus por acusações de terrorismo em junho, e sentenciado à morte. Ele foi perdoado na terça-feira pelo presidente autoritário Alexander Lukashenko.
Lançado pela Alemanha
VADIM KRASIKOV foi condenado em 2021 por atirar e matar Zelimkhan “Tornike” Khangoshvili, um cidadão georgiano de 40 anos de etnia chechena, em um parque de Berlim. Os juízes alemães concluíram que foi um assassinato ordenado pelos serviços de segurança russos. Krasikov, 58 anos, foi condenado à prisão perpétua. O presidente Vladimir Putin sugeriu neste ano uma possível troca por Krasikov.
Copyright 2024 The Associated Press. Todos os direitos reservados. Este material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem permissão.