Casa Nóticias Depois de entrevista de Nunes, Bolsonaro estuda desembarcar de sua candidatura a prefeito de SP

Depois de entrevista de Nunes, Bolsonaro estuda desembarcar de sua candidatura a prefeito de SP

por admin
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Pressionado pelo ‘efeito Marçal’ e cobrado cada vez mais por seus eleitores nas redes sociais, o ex-presidente Jair Bolsonaro tem indicado a aliados que ficará cada vez mais afastado da campanha à reeleição do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

A menos a princípio não está prevista viagem do ex-presidente para São Paulo, nem mesmo a gravação de uma propaganda específica ao lado do prefeito paulistano. Do outro lado, Bolsonaro pretende participar de atos públicos de aliados no Rio de Janeiro e Santa Catarina, principalmente.

Pressionado pelo ‘efeito Marçal’ e cobrado cada vez mais por seus eleitores nas redes sociais, o ex-presidente Jair Bolsonaro tem indicado a aliados que ficará cada vez mais afastado da campanha à reeleição do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

A menos a princípio não está prevista viagem do ex-presidente para São Paulo, nem mesmo a gravação de uma propaganda específica ao lado do prefeito paulistano. Do outro lado, Bolsonaro pretende participar de atos públicos de aliados no Rio de Janeiro e Santa Catarina, principalmente.

Desde o início da campanha, há uma cisão entre a ala bolsonarista e a ala mais pragmática do comitê de Nunes. A ala bolsonarista tem pressionado Nunes a ser mais enfático na defesa das pautas defendidas por Bolsonaro, mas com pouco sucesso até o momento.

O resultado é que o influenciador Pablo Marçal (PRTB) conseguiu atrair a atenção do eleitor bolsonarista e hoje é apontado como o herdeiro do espólio político do ex-presidente da República.

Nunes x Jair Bolsonaro
Em sabatina de O Antagonista desta quarta-feira, 11, Nunes foi questionado sobre sua participação no ato de 7 de setembro na avenida Paulista, que pedia a anistia dos invasores das sedes dos Três Poderes, Nunes contestou a gravidade das penas, mas não defendeu o perdão.

Bolsonaro, por sua vez, defende publicamente a anistia.

“A minha posição é que eles paguem pela depredação. Se não, daqui a pouco, vira uma baderna no país”, disse o prefeito.

“[Contesto] a dosimetria da pena. Por que eles estão sendo condenados por fazer uma tentativa de golpe? O meu entendimento… é que ninguém estava armado. Quais são as bases para você dar um golpe? Teria que ter as pessoas armadas, um líder…”, acrescentou.

Os réus do 8 de janeiro foram condenados a penas de 3 a 17 anos de reclusão por crimes de associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Fonte: O antagonista



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