Durante o programa ALive desta quarta-feira (03), o analista de segurança internacional Marcos Degaut afirmou que o presidente Lula (PT), ao sugerir o enforcamento de Flávio e Eduardo Bolsonaro, fez um “libera”, um “salve geral”, para que sejam realizadas “ações violentas” contra o pré-candidato à Presidência da República.
De acordo com Degaut, a fala do petista não se trata apenas de crime de responsabilidade, mas de uma “apologia à violência política” e de uma “ameaça” contra Flávio.
“Para mim, a minha análise é de que o que ele fez realmente foi um libera, um salve geral, para que sejam cometidas ações violentas contra o Flávio Bolsonaro”, afirmou. “Isso, para mim, é evidente, principalmente quando ele fala: ‘É isso que traidores merecem’”.
O caso, para Degaut, “revela a verdadeira natureza” de Lula, e o petista deve ser “punido exemplarmente”: “A verdadeira face do Lula é essa. É um governante, não é um líder, nunca foi um líder, nunca será, mas é um governante autoritário, herdeiro da pior tradição caudilhesca latino-americana”.
“Aqueles caudilhos sanguinários que transformam a disputa política em um campo de batalha em que o adversário político não precisa ser vencido, ele precisa ser eliminado”, continuou o analista. “Lula quer ter sangue nas mãos”.
“Então, cabe a você [brasileiro], que está do outro lado, não deixar esse assunto morrer. Tem que pressionar o seu parlamentar, porque se faz isso com um pré-candidato, imagina o que não faz com um cidadão comum”.
“E não vamos esquecer a tradição de violência política da esquerda latino-americana: já tivemos atentados contra pré-candidatos no Equador, na Colômbia, no Chile, na Bolívia, no Paraguai, no Brasil. Será que vamos ter mais um? É isso que o senhor Lula quer?”, indagou. “É o que parece”.
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