Casa Nóticias Gaspar prepara nova representação ao MPF para investigar acusação de estupro

Gaspar prepara nova representação ao MPF para investigar acusação de estupro

por admin
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Anunciado ontem como vice na chapa de Flávio Bolsonaro, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) prepara nova representação ao Ministério Público Federal e ao Supremo Tribunal Federal para cobrar celeridade na investigação sobre a acusação infundada de que teria estuprado uma menor de idade décadas atrás. A denúncia foi apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicle (PSB-MS) durante a CPMI do INSS.

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Na ocasião, Gaspar reagiu com uma queixa-crime por calúnia contra Lindbergh e o PL representou Thronicle no Conselho de Ética. O deputado também colheu material genético na Polícia Científica de Alagoas para exames de DNA, explicou que a acusação era totalmente infundada, tratando-se de um ataque “covarde” dos governistas, acuados com a leitura do relatório final da CPMI que pedia o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva.

A historia real não envolve qualquer crime e nem Gaspar, mas seu primo Maurício Breda, que, na adolescência, teve uma relação consensual com uma namorada, mais velha do que ele. Dessa relação, nasceu uma menina, que Breda só foi conhecer muitos anos depois. Lourilene Pereira Marcelo da Silva gravou um vídeo contando toda a história e desmentindo a versão de Lindbergh e Thronicle contra Gaspar, mas a imprensa parece ignorar isso e recicla o caso para atacar o vice na chapa de Flávio.

Apesar de se colocar à disposição das investigações, nenhuma diligência foi feita nos últimos cinco meses. Como envolve autoridade com foro privilegiado, o caso foi parar no gabinete de Gilmar Mendes. Na nova representação, Gaspar cobrará medidas em 72 horas, a fim de colocar uma pedra no assunto — que virou arma eleitoral dos governistas.

LINDBERGH RECUA

Ontem mesmo, após o anúncio de Gaspar como vice de Flávio, Lindbergh procurou Sóstenes Cavalcanti, líder do PL na Câmara, para buscar uma pacificação sobre o assunto. “Eu disse ao Sóstenes que o que eu fiz foi motivado por uma denúncia e que agora cabe à Polícia Federal e ao STF. Eu já falei o que tinha que falar sobre isso. A minha nota vem nesse sentido. Vamos soltar a nota dizendo que a parte que cabia a mim eu fiz, que é encaminhar a denúncia quando ela chega”, afirmou Lindbergh à CNN.





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