Casa Nóticias PT ultrapassa todos os limites e usa acusação falsa contra Gaspar

PT ultrapassa todos os limites e usa acusação falsa contra Gaspar

por admin
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O perfil oficial do PT Brasil (@ptbrasil) publicou nesta quinta-feira (6) um vídeo com a legenda “Você deixaria sua filha sozinha com o vice de Flávio Bolsonaro?”, numa nova investida contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro.

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A publicação marca quatro parlamentares do partido: a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), o senador Rogério Carvalho (PT-SE) e o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS).

O partido força a narrativa de crime sexual contra Gaspar mais de cinco meses depois de levar a acusação à Polícia Federal — período em que, segundo documentos obtidos pela reportagem, o próprio autor da denúncia sinalizou reconhecer a fragilidade do caso e buscou uma saída negociada. Até o momento, não há indiciamento, denúncia formal ou qualquer decisão que confirme ato criminoso por parte do parlamentar alagoano: apenas um pedido de investigação, ainda sob análise da PGR.

A publicação do partido já está sob análise do corpo jurídico do PL.

Documentos indicam tentativa de retratação por parte de Lindbergh

Segundo informações já divulgadas por este site ontem, Lindbergh Farias acionou o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, para tentar uma aproximação com o candidato a vice e propor uma saída para o caso. De acordo com esse relato, o entendimento previa a publicação de uma nota reconhecendo a ausência de provas contra Gaspar, em troca da retirada das ações judiciais movidas contra o petista e contra a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), coautora da denúncia.

Ainda segundo a versão apresentada pela defesa de Gaspar, Lindbergh teria admitido o erro ao divulgar a acusação e chegado a enviar um rascunho de nota para avaliação de Sóstenes — que teria respondido classificando a admissão de ausência de provas como suficiente para encerrar a controvérsia. Gaspar, no entanto, recusou o acordo:

“Eles queriam um acordo para que eu desistisse. Eu disse que não”, declarou, justificando a decisão pela defesa de sua honra: “Eu tenho uma mãe de 84 anos, uma esposa de 36 anos de casado, uma filha, duas netas. É a minha honra. Eu vou até o fim.”

O parlamentar destacou ainda que, desde o anúncio de seu nome como vice na chapa presidencial, nem Lindbergh nem Soraya voltaram a se manifestar publicamente sobre o caso — silêncio que, para a defesa de Gaspar, reforça a fragilidade da acusação original. Procurados pela reportagem, os dois parlamentares não retornaram os pedidos de posicionamento.

Gaspar disponibilizou DNA; caso segue sem provas apresentadas pelos denunciantes

Desde que passou a ser alvo da notícia-crime, apresentada durante a leitura do relatório final da CPMI do INSS em março, Gaspar adotou uma série de medidas para tentar encerrar o caso. O parlamentar antecipou judicialmente a coleta de seu próprio material genético — hoje sob custódia da Justiça —, comunicou formalmente a Polícia Federal sua disponibilidade para exames, acionou o STF e a PGR, e moveu ações por danos morais contra Lindbergh e Soraya, além de representações nos Conselhos de Ética da Câmara e do Senado.

Enquanto isso, os denunciantes não apresentaram provas da acusação, alegando a necessidade de preservar a identidade da suposta vítima — que, segundo a petição mais recente da defesa de Gaspar, sequer foi identificada até hoje nos autos.

Nesta semana, a defesa voltou a peticionar no STF pedindo urgência no confronto do DNA já coletado. “O Peticionário não pretende o benefício da dúvida: pretende a supressão da dúvida”, diz o documento.

O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho, cobrou uma resposta definitiva das autoridades: “A nós não interessa a dúvida. A nós interessa a certeza. Faz o DNA e mata isso.”

O ministro Gilmar Mendes, relator do caso no STF, determinou nesta semana que Lindbergh e Soraya apresentem em 15 dias elementos que ajudem a identificar autores de mensagens anexadas ao processo, além de dados sobre ligações telefônicas citadas nos autos — sinal de que o próprio Supremo ainda considera o caso pendente de esclarecimentos por parte dos denunciantes, não do acusado.





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