Casa Nóticias Nas redes sociais, Roberta Luchsinger fala em ‘misoginia’ e comenta relatório da PF – Paulo Figueiredo

Nas redes sociais, Roberta Luchsinger fala em ‘misoginia’ e comenta relatório da PF – Paulo Figueiredo

por admin
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Lobista afirma ser tratada de forma diferente da dos homens citados no caso

A lobista Roberta Luchsinger se manifestou em seu Instagram em 4 de setembro de 2026, criticando a forma como seu nome é tratado em um relatório da Polícia Federal sobre os casos Banco Master e INSS, apontando padrões de misoginia. Ela destacou que, enquanto é chamada de “lobista”, os homens são rotulados como “empresários”, o que desvia o foco dos fatos. Roberta também mencionou que o relatório não comprova seu conhecimento sobre fraudes e defendeu sua atuação na saúde pública, enfatizando que as acusações devem s

A lobista Roberta Luchsinger se manifestou nesta sexta-feira, 4, em seu perfil do Instagram. As publicações ocorreram depois da divulgação de informações de um relatório de inteligência da Polícia Federal (PF) relacionado às investigações dos casos Banco Master e INSS.

Ela criticou o que chamou de “padrões de misoginia” na forma como seu nome vem sendo tratado publicamente.

Segundo Roberta, enquanto a imprensa a chama de “lobista”, os homens no mesmo contexto recebem a classificação de “empresários”. A empresária afirmou que esse tipo de abordagem pode deslocar o debate dos fatos e das provas para julgamentos sobre sua vida pessoal e sua condição de mulher.

“Enquanto a mídia me trata como ‘lobista’ os demais homens citados tem a prerrogativa de serem ‘empresários’”, escreveu. “É preciso estar atenta para que o legítimo direito à informação não reproduza padrões de misoginia que historicamente submetem mulheres a uma espécie de julgamento moral paralelo, no qual sua vida, sua personalidade e sua condição de mulher passam a ocupar o lugar dos fatos e das provas”.

Roberta comenta relatório da PF

Roberta também destacou trechos do relatório da PF. Segundo ela, o documento admite que não há como provar que ela tinha conhecimento de que valores recebidos de pessoas investigadas no escândalo do INSS “provinham de fraude nos descontos associativos”.

Ela também alega que não há elementos para vincular Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, às fraudes nos descontos associativos. Roberta afirmou que não pretende transformar o assunto em debate público.

Atuação na área de saúde

Na publicação, ela também defendeu sua atuação supostamente profissional. Disse que seu trabalho sempre teve como objetivo contribuir para a saúde pública e ampliar o acesso a tratamentos.

A lobista citou sua atuação em discussões sobre a regulamentação de produtos derivados de Cannabis e canabidiol pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo Roberta, a defesa de mudanças nas normas não buscava atender a interesses particulares, mas discutir problemas como judicialização de tratamentos, compras públicas fragmentadas e regras sanitárias.

Ao final, Roberta afirmou que pretende preservar a família e a vida pessoal. Disse que se deve analisar as acusações “à luz dos fatos, das provas e do devido processo legal” e não com base em “preconceitos, estereótipos, ilações ou julgamentos antecipados”.

Crédito Revista Oeste



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