Home Nóticias Professora de presídio se declara culpada por ter feito sexo com detento condenado pela morte de universitária

Professora de presídio se declara culpada por ter feito sexo com detento condenado pela morte de universitária

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Uma professora que atuava na prisão de Belmarsh, em Londres (Inglaterra), declarou-se culpada na quinta-feira (31/10) de ter feito sexo com um detento condenado pelo assassinato da universitária Zara Aleena, num crime que teve grande repercussão no Reino Unido.

Hayley Jones, de 33 anos, admitiu o “relacionamento inapropriado” com Jordan McSweeney, de 31, entre março e abril do ano passado, até que os dois foram descobertos.

McSweeney foi condenado à prisão perpétua com uma pena mínima de 38 anos pelo assassinato da estudante de Direito, que mais tarde foi reduzida para 33 anos em apelação, de acordo com o “Metro”.

Após pagar fiança, Hayley deixou o tribunal. Ela vai aguardar em liberdade até que David Miller, juiz do caso, decida a sua sentença.

McSweeney seguiu cinco outras mulheres pelas ruas de Ilford, no leste de Londres, antes de ficar “obcecado” por Zara enquanto ela caminhava para casa depois de uma noitada, em junho de 2022.

Ele admitiu a agressão sexual e o assassinato Zara nas primeiras horas de 26 de junho. O crime foi cometido apenas nove dias depois de ele ter sido libertado da prisão por um crime anterior. McSweeney ainda será julgado pelo relacionamento com Hayley. Ele cumpre sentença em outra prisão, a Long Lartin, em Worcestershire (Inglaterra).

O crime cometido pela professora — má conduta em cargo público — tem pena máxima de prisão perpétua, mas esse tipo de sentença nunca foi aplicado no Reino Unido para casos como o de Hayley.

Em julho, uma agente penitenciária que fez sexo com um detento na penitenciária HMP Five Wells, em Wellingborough, Northants (Inglaterra), foi condenada a 9 meses de prisão. Rachel Stanton, entretanto, pôde deixar o tribunal que cuidou do seu caso, já que a pena foi suspensa por 18 meses, período no qual ela ficará sob supervisão da Justiça.

Caso semelhante é enfrentado pela carcereira brasileira Linda de Sousa Abreu, que se declarou culpada de má conduta em cargo público, após ser filmada fazendo sexo com um detento na HMP Wandsworth, penitenciária nos arredores de Londres (Inglaterra). Ela ainda vai ser sentenciada.

Fonte: Extra



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