Durante o programa ALive desta segunda-feira (15), a deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) comentou sobre a possibilidade de ser vice em uma eventual chapa presidencial liderada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições deste ano. Segundo a parlamentar, não houve convite formal, mas ela está “pronta para o combate”.
“Se for o melhor, se eu for de fato agregar para a campanha do Flávio Bolsonaro, eu claro, eu vou aceitar”, afirmou Zanatta. “Eu tenho falado que eu vou fazer de tudo para tirar o PT do poder, para a gente resgatar o Brasil, para a gente ter o Flávio presidente”.
Segundo ela, se for “uma necessidade e realmente vai fazer a diferença”, “com certeza” vai aceitar ser vice do senador, mas, caso tenha que permanecer na Câmara, também não vê problema.
“Agora se também a gente vai continuar na Câmara dos Deputados, porque em um eventual governo Flávio nós também vamos precisar de muito combate lá na Câmara, eu vou ficar no chão de fábrica, eu gosto né do que eu faço, faço com carinho, com amor, com muita dedicação, por isso que nosso mandato ganhou visibilidade nacional já nesse primeiro mandato e durante esses quase quatro anos que vão fechar agora”, afirmou Zanatta.
A deputada federal também disse que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), irmão de Flávio, ao tê-la sugerido como vice, afirmou que não foi um “movimento pensado”, mas um “movimento intuitivo”. Destacou ainda que é amiga de Eduardo e de sua esposa e que o ex-parlamentar a ajudou na construção de sua trajetória política desde 2020.
“Ele [Eduardo] me falou que realmente acredita que é uma boa chapa e eu fui pensando, fazendo análise: a vice-presidente ela poderia tocar agendas e cuidar do governo com um viés talvez mais ideológico. Enquanto o Flávio pode tocar uma agenda mais macro”.
Zanatta disse ainda que seria “muito interessante” que uma vice ou um vice “mais ideológico” enfrentasse questões da “agenda nefasta [promovida pela esquerda]” no Brasil.
A deputada disse também que, com base em suas reflexões, é chegado o momento de não pensar só em pontos da política tradicional, mas “ousar um pouco” e “ter coragem”.
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