Home Nóticias Comerciante detalha suposta armação de Lindbergh contra Gaspar; assista

Comerciante detalha suposta armação de Lindbergh contra Gaspar; assista

by admin
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O programa ALive, do jornalista Claudio Dantas, exibiu em primeira mão nesta segunda-feira (10) o depoimento de Luiz Antonio Lopes, comerciante do Rio de Janeiro (RJ), que denunciou que a acusação de estupro contra Alfredo Gaspar (PL) teria sido armada por Lindbergh Farias (PT) e Carlos Roberto Lopes, presidente da Conafer, entidade investigada na CPMI do INSS.

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Mais cedo, Dantas havia antecipado detalhes do depoimento, prestado à Polícia Legislativa. Lopes relatou a participação de assessores e de Marcela Maria Mendes, que teria sido contratada para conceder uma entrevista fictícia à Revista Piauí, na qual alegaria ter sido vítima de abuso sexual de Gaspar.

No depoimento, o comerciante diz que é proprietário de uma sorveteria no Shopping Jardim Guadalupe e que, há alguns meses, passou a observar a presença frequente de uma jovem de nome Marcela na praça de alimentação.

Na oitiva, Luis Antonio relatou que a suposta “armação” envolveu o recrutamento de uma jovem chamada “Marcela Maria Mendes”, que prestava serviços em seu quiosque. O plano seria Marcela conceder entrevistas fingindo se chamar “Jailma” e se apresentando como vítima do estupro de Gaspar.

Marcela teria sido recrutada por um homem chamado “Lucas”, conhecido como “Doidinho”. Luis Antonio relatou aos policiais que Lucas se apresentava como “assessor legislativo” e, posteriormente, “como ligado ao contexto político” de Lindbergh.

Segundo Antonio, o plano petista consistiria em divulgar a acusação de abuso sexual e, em um segundo momento, fazer “Jailma”, identidade falsa que seria assumida por Marcela, desaparecer. Para dar verossimilhança à narrativa, teria sido criada uma filha fictícia chamada “Eloá”, supostamente fruto do estupro.

“QUE, em sua avaliação, quando Lindbergh Farias levou adiante a acusação pública ao longo dos trabalhos da CPMI, caiu a ficha para o denunciante sobre a efetiva trama em curso; QUE o plano, conforme compreendeu, consistia em apresentar a falsa vítima Marcela, sob o nome de “Jailma” e, num segundo momento, fazê-la desaparecer, para depois sustentar publicamente que o relator da CPMI do INSS teria mandado sumir com ela, aprofundando a suspeita e o desgaste político. QUE advertiu Marcela de que ela poderia ser morta ao final, justamente para que não restassem vestígios da fraude”.

“QUE Marcela viabilizou uma reunião virtual realizada por meio da plataforma Google Meet, ocasião em que estavam presentes o próprio Lindbergh Farias, Carlos Roberto Lopes, um vereador de Nova Iguaçu/RJ conhecido como “Toninho da Padaria”, além de outras pessoas não identificadas; QUE, durante essa reunião, Marcela cobrou o pagamento que lhe havia sido prometido, tendo sido informada de que o valor seria providenciado, o que de fato ocorreu por meio de terceiros; QUE os pagamentos eram feitos, em regra, por outras pessoas, aparentemente para evitar que os principais envolvidos figurassem diretamente nas transações”.

Ainda no depoimento, o comerciante disse acreditar “que Lindbergh Farias parecia ter ciência do contexto tratado nas reuniões e integraria o conjunto de pessoas que discutiam os desdobramentos da narrativa” contra Gaspar.

ASSISTA AO DEPOIMENTO:





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