Home Nóticias Novo pede suspensão de campanha da Petrobras que exalta trabalho do governo – Paulo Figueiredo

Novo pede suspensão de campanha da Petrobras que exalta trabalho do governo – Paulo Figueiredo

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Parlamentares do Novo acionaram o Tribunal de Contas da União (TCU) contra um vídeo da Petrobras que, em sua visão, estaria tentando promover a imagem do presidente Lula (PT). O anúncio da medida ocorreu nesta quarta-feira (20). O pedido é para que o órgão determine a retirada do conteúdo de todas as redes sociais e do site.

Divulgado no início de maio, o vídeo afirma que, no Brasil, não há motivo para aumento do combustível nos postos, uma vez que o preço às distribuidoras não aumenta desde 2024. Como exceção, o apresentador cita o aumento no diesel, pontuando que “o governo do Brasil está fazendo a sua parte para reduzir este valor”.

A peça também usa a privatização da BR Distribuidora para reforçar que não possui responsabilidade por preços abusivos. “Desde 2021, a Petrobras não é mais dona da rede de postos que usa a sua marca. Os combustíveis são da Petrobras, os postos não”, conclui.

A denúncia é assinada pelo senador Eduardo Girão (CE) e pelos deputados federais Ricardo Salles (SP), Marcel van Hattem (RS), Luiz Lima (RJ), Gilson Marques (SC) e Adriana Ventura (SP). Para o Novo, a associação da Petrobras ao governo transforma o conteúdo, que deveria ser institucional, em uma tentativa de promover a imagem de Lula.

“A Petrobras existe para servir aos interesses da companhia e dos brasileiros, não para funcionar como agência de propaganda do governo. Mais uma vez, vemos o governo Lula usando a máquina pública e a estrutura de estatais para construir narrativa política e conquistar voto”, disse Ventura.

O aumento das tensões no Oriente Médio em pleno ano eleitoral ameaçou a entrega de indicadores econômicos que pudessem ajudar na imagem do presidente. Diante disso, foram anunciadas subvenções ao preço do diesel. Na prática, o governo vem pagando para que as produtoras mantenham o valor do combustível estável. A estratégia pode terminar com custos acima de R$ 10 bilhões aos cofres públicos, além do impacto nos estados, uma vez que, na segunda rodada de subvenções, o Executivo nacional propôs dividir a conta.

Crédito Gazeta do Povo



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