Em entrevista ao programa ALive desta sexta-feira (07), o ex-chanceler Ernesto Araújo afirmou que Celso Amorim, assessor especial para Assuntos Internacionais de Lula (PT), trabalha para a “inserção” do Brasil no “bloco totalitário” e “terrorista” composto por Rússia, China, Irã e outros regimes comunistas.
De acordo com o diplomata, Amorim “foi quem armou com Lula toda essa estratégia de afastar o Brasil” do mundo livre: “Afastar o Brasil [do Ocidente], que é a nossa casa, e nos colocar no porão dos totalitários foi armado pelo Celso Amorim”.
Ainda segundo Ernesto, o assessor especial de Lula escancara a “máscara” petista de “política externa independente” ao manter “ligações com Hamas”, sempre “passar pano” pro Hezbollah, para o Hamas, além de ter “ligações estranhíssimas” com o Irã. “Sempre criando esses laços com o que há de pior”, criticou.
O ex-chanceler também comentou a relação de Amorim com Nicolás Maduro, ex-ditador socialista da Venezuela, capturado pelos EUA no começo deste ano: “[É] aquele negócio, case com alguém que sorria para você, como o Celso Amorim sorriu para o Maduro. Procure alguém assim. Você vê até pela linguagem corporal que existe uma intimidade [entre eles]”.
Segundo Araújo, o assessor especial de Lula “foi uma das pessoas-chave para que o Maduro conseguisse enrolar” e “ganhar tempo” após fraudes na última eleição venezuelana: “Celso Amorim estava lá para segurar a mão do Maduro”.
“Então, isso tudo vindo à tona, você começa a ver quem as pessoas realmente são”, completou o ex-ministro.
ASSISTA AO PROGRAMA DE HOJE: