O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou neste domingo (25) que o Brasil espera responsabilidade das autoridades, reconhecimento do resultado das urnas e pacificação após o segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o senador, o compromisso com a democracia deve prevalecer independentemente de quem vencer a disputa.
“Independentemente do resultado das eleições, o Brasil espera de todos nós responsabilidade, reconhecimento do resultado das urnas. O Brasil espera de nós paz e pacificação”, declarou durante pronunciamento a jornalistas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, Alcolumbre também convocou os eleitores a comparecerem às seções eleitorais. O senador ressaltou o caráter histórico do direito ao voto e pediu que a população aproveite o tempo disponível para participar da votação.
“Votem, saiam das suas casas para exercer um direito pelo qual centenas de milhares de pessoas lutaram para que tivéssemos a liberdade de votar. Ainda temos tempo, então, votem, saiam e exerçam a democracia, porque é através do voto que nós fortalecemos e protegemos a nossa democracia”, afirmou.
O presidente do Senado também destacou o trabalho dos servidores da Justiça Eleitoral, especialmente daqueles envolvidos na organização do pleito em localidades de difícil acesso, como comunidades da Amazônia.
“Como amazônida, eu não poderia deixar de fazer um registro a esses exemplares servidores da Justiça Eleitoral”, disse.
Alcolumbre ainda ressaltou o papel das instituições democráticas na condução do processo eleitoral e afirmou que o país tem desafios que exigem responsabilidade dos representantes públicos. Para o senador, a expectativa da população é que as autoridades atuem com discernimento diante do resultado das urnas.
O pronunciamento ocorreu durante o balanço parcial do segundo turno, realizado neste domingo. No primeiro turno, os eleitores escolheram os 513 deputados federais e dois terços das cadeiras do Senado.