Líder da oposição na Casa busca apoio, entre eles o de Tereza Cristina (PP-MS), que segue na disputa pela sucessão de Davi Alcolumbre
Nesta quarta-feira, 4, o Partido Liberal (PL) lançou o senador Rogério Marinho (RN) como candidato à presidência do Senado, contra Davi Alcolumbre (União-AP), na disputa que começa em fevereiro de 2027.
Apesar da decisão do PL, não houve acordo com Tereza Cristina (PP-MS), que também articula-se para comandar a Casa a partir de 2027.
Líder da oposição, Marinho vai ter de ampliar os apoios para além de seu partido e conquistar votos de parlamentares de outras bancadas, inclusive o apoio de Tereza.
“Nós precisamos erguer a trincheira e mostrar que estamos vivos”, disse Marinho, durante uma coletiva de imprensa. “Se Deus quiser, se o povo e os senadores nos derem essa honra, seremos presidentes do Senado Federal.”
Ainda na fala a jornalistas, o senador ressaltou: “Se o Brasil precisa ser pacificado, o gesto precisa vir dos vencedores. Mas o gesto será nosso”.
Rogério Marinho defende anistia ao 8 de janeiro
Ainda durante a reunião com a bancada do PL, Marinho defendeu a anistia aos presos do 8 de janeiro “para que a vontade da nossa população seja exercida, sem coação e chantagem de outros Poderes”. “O Senado da República fará valer a Constituição da República”, prometeu o parlamentar.
A eleição para a presidência do Senado está marcada para 1º de fevereiro de 2027, com participação dos parlamentares que permanecem na Casa e dos eleitos neste ano. A votação é secreta.