Casa Nóticias União Europeia pede fim da ‘intimidação judicial’ na Venezuela – Paulo Figueiredo

União Europeia pede fim da ‘intimidação judicial’ na Venezuela – Paulo Figueiredo

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O pedido foi feito por Peter Stano, porta-voz da diplomacia da UE

A União Europeia (UE) pediu, nesta terça-feira, 6, à ditadura da Venezuela que pare com a “intimidação judicial” contra os opositores. O pedido foi feito por Peter Stano, porta-voz da diplomacia da UE.

A declaração ocorreu depois que autoridades venezuelanas iniciaram uma investigação penal contra María Corina Machado e Edmundo González — os dois principais líderes da oposição. Estes dois últimos denunciam fraude na eleição presidencial do país.

De acordo com a ONG Foro Penal, até a manhã da segunda-feira 5, o regime chavista prendeu mais de mil manifestantes.

Maduro e a repressão aos manifestantes na Venezuela 

O ditador Nicolás Maduro tem usado os policiais do regime para reprimir e prender os opositores. Em discurso no fim de semana, ele chamou os manifestantes de “fascistas”. Além disso, afirmou que os enviará a prisões de segurança máxima.

De acordo com a ONG Foro Penal, 91 dos detidos são adolescentes. A organização atualiza os números diariamente.

Até esta segunda-feira, a única região sem registros de detenções foi Dalta Amacuro, no leste da Venezuela. Entre as últimas prisões registradas no fim de semana está a de Kennedy Tejeda — um dos advogados da organização Foro Penal. Ele não teve permissão para receber defesa privada e desconhece as acusações.

O partido Vente Venezuela, liderado por María Corina Machado, denunciou a prisão de Fernando Feo, presidente da Câmara Municipal da cidade de Tinaquillo. Andrés Ruiz, um dos coordenadores políticos da opositora, também foi preso. 

Em virtude do alto número de prisioneiros, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pediu à ditadura venezuelana que interrompa as prisões. Além disso, o órgão solicitou a libertação dos presos e o fim da “perseguição contra aqueles que defendem os direitos humanos”. 

A Anistia Internacional também lamentou as detenções

No último fim de semana, a Anistia Internacional afirmou, por meio do Twitter/X, que a “lista de defensores dos direitos humanos e líderes políticos detidos arbitrariamente continua a crescer”. 

Nesta segunda-feira, também denunciou o desaparecimento da trabalhadora humanitária e professora Edni López.

Na última quinta-feira, 1º, pouco antes de María Corina afirmar que estava escondida, o ditador venezuelano disse que as prisões de segurança máxima estariam prontas para receber os manifestantes em 15 dias. 

“Todos os manifestantes vão para Tocorón e Tocuyito, presídios de segurança máxima”, disse Maduro, em ato transmitido pelo canal estatal VTV. “Querem transformar a Venezuela em um novo Haiti.”

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